Uma ideia para ajudar os PSIs.
Christian Spilhere e Michel começaram a pensar em um sistema para profissionais da saúde mental. A proposta precisava respeitar as nuances do cuidado e o impacto que a tecnologia pode ter na relação terapêutica.
Por trás da Ana M. existe uma ideia simples: quem cuida precisa de mais tempo, clareza e presença. É essa ideia que orienta o produto e o futuro que estamos construindo.
A Ana M. começou com uma proposta de anamnese. Encontrou seu caminho numa dor ainda mais presente na rotina dos PSIs: as anotações das sessões.
Christian Spilhere e Michel começaram a pensar em um sistema para profissionais da saúde mental. A proposta precisava respeitar as nuances do cuidado e o impacto que a tecnologia pode ter na relação terapêutica.
A primeira versão imaginada era um sistema de anamnese. Foi dessa palavra que nasceu o nome Ana M. A ideia inicial ajudou a dar forma ao produto, mas ainda havia uma dor maior a resolver.
Os fundadores perceberam que o registro dos atendimentos exigia mais atenção. A prioridade passou a ser apoiar a escuta e a organização do conteúdo das sessões, com cuidado ético e respeito ao trabalho profissional.
A pesquisa sobre transcrição deu origem ao motor de escuta e registro da Ana. Depois vieram os relatórios assistidos por IA, buscando uma linguagem descritiva, impessoal e fiel ao conteúdo, para revisão do profissional. Ética, sigilo e proteção de dados fizeram parte dessa construção.
Mesmo com um orçamento inicial limitado, a Ana começou a receber novos usuários diariamente. Essa chegada de profissionais deu força ao projeto e à evolução das ferramentas para a rotina clínica.
Hoje, a Ana reúne agenda, prontuário, transcrição, relatórios, documentos e financeiro básico. Estamos preparando um novo capítulo, com a mesma dedicação a quem cuida. Os detalhes serão apresentados no lançamento.
Conhecer a Ana 2.0Christian SpilhereCofundador da Ana M.
Proposta de texto · para revisão do fundador
Quando Michel e eu começamos a pensar na Ana, em outubro de 2024, queríamos ajudar os PSIs com um sistema que respeitasse as particularidades da saúde mental. Nesse contexto, cada escolha tecnológica precisa considerar a relação entre o profissional e a pessoa atendida.
Começamos pela ideia de uma anamnese, mas percebemos que as anotações das sessões eram uma dor maior. Essa mudança nos levou a pesquisar transcrição, construir nosso motor de escuta e pensar em relatórios que organizassem o conteúdo para revisão profissional.
Ver a Ana receber novos usuários todos os dias, mesmo com recursos iniciais limitados, deu força ao projeto. O futuro que quero construir continua ligado a esse propósito: devolver tempo, clareza e presença a quem cuida, com o profissional mantendo seu método e suas decisões.
A Ana trabalha para você.
Você conduz o cuidado.
Simplificar o trabalho ao redor dos atendimentos para devolver tempo, clareza e presença a quem cuida.
Construir um futuro em que o PSI possa concentrar seu tempo na clínica nos atendimentos, com a Ana assumindo o trabalho operacional ao redor deles e o profissional mantendo o controle das decisões clínicas.
A tecnologia deve fortalecer a presença, a escuta e o vínculo entre pessoas.
A Ana organiza, propõe e executa tarefas dentro do escopo autorizado. O profissional mantém seu julgamento, seu método e a condução clínica.
Informações pessoais e clínicas merecem proteção, respeito e finalidades claras. A confiança orienta nossas decisões.
Cada recurso deve reduzir esforço e tornar a rotina mais leve. A evolução da Ana deve eliminar trabalho, sem criar complexidade desnecessária.
Tornamos informações, sugestões, ações e limites compreensíveis. Valorizamos a revisão, a rastreabilidade e a correção de erros.
Uma prática sustentável precisa de descanso, limites e vida fora do trabalho. O tempo devolvido também deve abrir espaço para viver.
Uma equipe trabalhando para tornar a prática mais simples, preservar a autonomia profissional e abrir espaço para o que importa.
Cofundador
Cofundador
Espaço reservado para a fotografia do time.
Para dúvidas, ideias ou uma conversa sobre a sua prática.